“E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera.”
(Gn 12.7)
Lição 02 – EBD Slide – Subsídio Completo
Quando Deus faz uma promessa incondicional, Ele a cumpre plenamente.
A riqueza de Abrão e Ló gerou conflito por pastagens. A terra não comportava a prosperidade de ambos. Deus havia alertado Abrão que deveria sair de sua terra e parentela, para que sua fé fosse lapidada longe da família.
(Gn 13.6; Gn 12.1)
Abrão propôs solução generosa: Ló escolheria primeiro. Demonstrou preferência pela comunhão e confiança em Deus. Agir pacificamente não é fraqueza, mas revela fé alicerçada em Deus. Assim devemos buscar paz com todos.
(Gn 13.8,9; Rm 12.18)
Ló escolheu pela aparência da campina do Jordão, sem buscar direção de Deus. Abrão escolheu Canaã pela fé. Escolhas sem orientação divina resultam em piores consequências. Não devemos decidir nada sem a direção de Deus.
(Gn 13.10-13)
Nossas escolhas são opcionais, mas as consequências são inevitáveis e quase sempre imprevisíveis.
Deus aprovou a escolha de Abrão. Ele estava na direção divina e agindo corretamente. O Senhor o orientou sobre o futuro da terra e as consequências de sua submissão. Abrão colheria os frutos de suas escolhas: “tudo que o homem semear, isso também ceifará”.
(Gn 13.14; Gl 6.7)
A terra escolhida por Ló foi invadida por quatro reis. Ele foi levado cativo com sua família. Sua escolha não teve direção de Deus. Ló colhia aquilo que havia semeado. Escolhas sem orientação divina geram consequências inevitáveis.
(Gn 14.12)
Quando soube do cativeiro de Ló, Abrão saiu em sua defesa sem ressentimento. Pelejou e libertou seu sobrinho. O “pai da fé” confiava em Deus e sabia o momento certo de agir. Precisamos orar, confiar, mas também agir no tempo certo.
(Gn 14.14-16)
Tudo que o homem semear, isso também ceifará.
Primeiro altar, erguido em gratidão a Deus pelas bênçãos e promessas recebidas. Ali Deus apareceu a Abrão e prometeu dar a terra à sua descendência. Símbolo de adoração e reconhecimento das promessas divinas.
(Gn 12.7)
Abrão invocou o nome do Senhor. Era adorador por excelência. Sabia o que era estar na “Casa de Deus”. Congregar é dever de todo cristão fiel. Muitos crentes não dão valor ao lugar consagrado para adoração.
(Gn 12.8; Hb 10.25)
Abrão foi para Hebrom após separar-se de Ló. Símbolo da importância da comunhão e fraternidade. “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”. Devemos permanecer no amor fraternal em nossa jornada.
(Sl 133.1; Hb 13.1)
Deus provou a fé de Abrão pedindo o sacrifício de Isaque. “Deus proverá para si o cordeiro”. Não foi encenação, mas prova real que revelou obediência e fé. Depois de provado, o anjo mostrou um cordeiro para sacrifício.
(Gn 22.6-8; Gn 22.9)
Abrão era construtor de altares. Além de fé e obediência, era adorador. Os altares marcam sua jornada: gratidão (Siquém), invocação (Betel), comunhão (Hebrom) e confiança inabalável em Deus, mesmo nas provas mais difíceis (Moriá).
Pela aparência ou pela fé? Abrão escolheu confiar em Deus, mesmo sem conhecer o caminho.
Bênção ou cativeiro. As escolhas trazem resultados inevitáveis. Deus cumpre suas promessas.
Altares que revelam fé, gratidão e confiança inabalável na providência divina.