“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1 Jo 4.9)
Lição 03 – EBD Slide
O envio do Filho revela, de forma suprema, o amor do Pai e a perfeita unidade da Santíssima Trindade no plano da salvação.
A história da salvação começa na vontade do Pai. Foi Ele quem decidiu enviar o Filho para salvar um mundo perdido, não por mérito humano, mas por amor gracioso.
Jesus é o Filho único em essência, eternamente gerado do Pai. Oferecer o Filho unigênito é a maior demonstração de amor já revelada à humanidade.
O objetivo do envio não é condenação, mas vida. Em Cristo recebemos perdão, reconciliação e restauração do relacionamento com o Pai.
Nada em Deus é por acaso; o nascimento de Cristo ocorreu no tempo certo, segundo o plano eterno do Pai.
A redenção não foi improviso. Desde antes da fundação do mundo, o Pai já havia decretado enviar o Filho como Cordeiro para salvar os pecadores.
Condições políticas, culturais e religiosas se alinharam para a propagação do evangelho: domínio romano, língua comum e expectativa messiânica em Israel.
Na plenitude dos tempos, o Pai enviou o Filho para resgatar os que estavam debaixo da lei e torná-los filhos por adoção.
No conselho eterno, o Pai assume o papel de fonte e planejador da salvação. É Ele quem envia o Filho ao mundo e, depois, envia o Espírito ao coração dos crentes.
Jesus encarna, vive em perfeita obediência e entrega sua vida na cruz como sacrifício vicário. Ele é o único Mediador e o único caminho ao Pai.
O Espírito Santo convence do pecado, regenera, sela e habita nos salvos, testificando que pertencem a Cristo e glorificando sempre o Filho e o Pai.
O plano de salvação é obra do Deus triúno: o Pai envia, o Filho realiza e o Espírito aplica. Toda glória pertence ao Deus único revelado em três Pessoas eternas.