“Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus.” (1 Jo 3.1)
Lição 04 – EBD Slide
Deus é Pai desde a eternidade e, em Cristo, adota pecadores como filhos, oferecendo segurança, identidade e comunhão pelo Espírito Santo.
O Pai é o “princípio sem princípio”: não foi criado nem começou a existir. Sempre existiu como Pessoa divina, plena em santidade, amor e sabedoria.
Antes de todas as coisas, o Pai gera eternamente o Filho. A relação Pai–Filho não nasce na encarnação, mas pertence ao mistério da própria Trindade.
O Espírito procede do Pai e é enviado pelo Filho. Assim, o Pai é fonte de vida, de graça e de comunhão para toda a criação.
Quem vê o Filho, vê o Pai; quem recebe o Filho, recebe o Pai que O enviou.
O Pai amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito. A cruz é a prova definitiva de que a paternidade divina é ativa, sacrificial e graciosa.
Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens. Ninguém vem ao Pai senão por Ele; não há paternidade espiritual verdadeira sem união com Cristo.
Em Cristo, deixamos de ser apenas criaturas e nos tornamos filhos amados, com livre acesso ao coração do Pai.
Pela fé em Jesus, recebemos o direito de ser chamados filhos de Deus. Não é conquista humana, mas ato jurídico e amoroso do Pai que nos recebe em Sua família.
O Espírito Santo habita em nós e testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ele clama em nosso coração: “Aba, Pai”, fortalecendo nossa identidade.
Como Pai amoroso, Deus corrige e disciplina Seus filhos, não para destruí-los, mas para aperfeiçoá-los em santidade e fazê-los participar de Sua glória eterna.
Em Cristo, pessoas de todas as nações são reunidas em uma só família espiritual. O Pai celestial nos chama pelo nome e reserva para nós uma herança incorruptível.